Todos devíamos ser militantes na sociedade. Não importasse a causa. Assumir a responsabilidade de si e do Outro nas mais variadas e distintas esferas do mundo. E acreditar que aquilo que não vai bem, pode melhorar com a nossa ajuda e participação. Entender que nem sempre os culpados são os outros da má prestação de serviços, das tragédias, da burocracia, do insucesso. Não há lugar fora de nós, não estamos separados do mundo em que vivemos, então por que atribuírmos quase sempre a culpa às instituições, à política, à escola, ao síndico e em quem passar pela calçada.
Militância política, social, ecológica, religiosa... nos faz melhores, nos aproxima de um sentido ampliado de nós mesmos, de nossa presença na Academia, no Bairro, no condomínio, na sociedade. E é um pouco disso que buscamos na vida. Essa tal felicidade que levamos uma vida inteira para alcançar encontra-se numa gama de atitudes que incluem o Outro, que respeitam e auxiliam o Outro. Alguém conhece casos de pessosas individualistas que se tornaram pessoas felizes? Eu não conheço.
Participar é preciso. Do grêmio estudantil, do Diretório Acadêmico, do grupo de estudo, da assembléia de condomínio, do partido político, do simpósio, do fórum... Se facilmente localizamos o problema, por que não facilmente apontar uma possível solução? Existem tantas formas de participação que escolher se torna difícil; mas essa escolha não trará malecífios, mas benefícios.
Finalmente, proponho uma avaliação de nossa presença concreta nos problemas do mundo.
| Cabeça é pra pensar |
| Escrito por Rafael Lima |
| Qua, 20 de Janeiro de 2010 20:29 |
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| Última atualização em Qua, 20 de Janeiro de 2010 20:36 |

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